Samsung anuncia chegada dos novos Galaxy Note 3 e Note 10.1

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A revelação do Galaxy Gear não foi a única do Samsung Unpacked 2013, evento realizado no último dia 4 em Berlim. Junto com relógio inteligente, a empresa sul-coreana aproveitou para mostrar ao mundo a terceira versão do Galaxy Note.

Muito parecido com a edição anterior – exceto pela tela um pouco maior e a textura “courificada” da traseira –, o novo smartphone-tablet da Samsung tem como grande destaque a caneta S Pen e os recursos relacionados a ela. O acessório está mais robusto, firme, e ganhou uma série de novas funcionalidades, além de uma nova smart-cover com que facilita o uso dela.

Resumidas a “dot, circle e box” (ponto, círculo e caixa), as novas funções envolvem um pequeno menu que aparece com um simples toque em qualquer parte da tela, dado a qualquer momento – o “dot”. Um leque é aberto, e cinco comandos são exibidos, sendo o primeiro, “Action Memo”, o que abre um bloco de notas.

As anotações feitas nele são “convertidas” em caracteres, como acontece em versões recentes do Evernote. Dessa forma, dá para pesquisar pelo conteúdo escrito e ainda adicionar as informações, como número, à agenda de contatos e enviar e-mails para endereços anotados.

O “circle” do conceito se resume a um recurso que permite salvar textos para verificar depois – quase como um “read-it-later”. O conteúdo, que também pode ser uma foto ou um vídeo, é guardado ao desenhar um círculo em volta. O “box”, por sua vez, está relacionado ao multitarefa: desenhe uma caixa na tela para que um menu de apps seja exibido. O aplicativo escolhido abre em uma pequena janela, sobre o que já está em execução.

Aliás, ainda no multitasking, o Note 3 torna possível abrir duas janelas de um mesmo programas ao mesmo tempo. A funcionalidade vem bem a calhar em chats, por exemplo – agora, duas telas de conversas podem ser visualizadas lado a lado.

Especificações técnicas – A tela de 5,7 polegadas do aparelho é uma Super AMOLED de resolução Full HD. Apesar de ser maior (0,2 polegada a mais que o Note II), ela não aumenta o dispositivo, que teve as bordas reduzidas – uma solução parecida com a do Galaxy S4.

Por dentro, o Note 3 traz um processador quad-core de 2,3 GHZ na versão LTE (4G) e um “octa-core” de 1.9 GHz na 3G. O modelo de quatro núcleos é um Snapdragon 800, enquanto o de oito é a união de um A15 de 1,9 GHz com um A7 de 1,3 GHz.

A memória RAM é de 3 GB – suficientes para rodar o Android 4.3 sem engasgos –, e a bateria, de 3.200 mAh, promete vida útil de 13h10min, contra 9h07min do Note II. Em termos de câmera, a traseira, de 13 MP, permite gravar vídeos em Full HD a 60 FPS e até filmes em 4K. A frontal, por sua vez, tem 1,9 megapixels. Nada foi dito em relação ao armazenamento interno, mas não será surpresa se o smartphone-tablet chegar em versões de 16 GB, 32 GB e 64 GB.

Galaxy Note 10.1 2014 Edition – As configurações (processador, memória e armazenamento) são basicamente as mesmas na nova versão do tablet da Samsung, também revelada no evento, mas com menos pompa. As diferenças do dispositivo maior para o Note 3 ficam no tamanho. Com 10.1 polegadas, a tela tem resolução de 2.560 x 1.600, que favorece a visualização de conteúdo e o multitasking, que funciona como o do smartphone-tablet.

O peso, claro, também é maior (535 gramas na versão apenas com Wi-Fi, contra 168 gramas do Note 3), assim como bateria, de 8.220 mAh. A câmera, por sua vez, é um pouco pior: a traseira tem 8 megapixels, e a frontal , 2 MP.

Lançamento e disponibilidade – Os dois aparelhos devem ser lançados em 149 países até outubro deste ano – as primeiras unidades de ambos, no entanto, chegam já no dia 25 de setembro a alguns mercados. Os preços não foram revelados.

Fonte: Techlider

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Feira de tecnologia em Berlim aposta em relógios e eletros inteligentes

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A IFA de Berlim, maior feira tecnológica do mundo, começou na sexta-feira repleta de novidades como relógios inteligentes, móveis de última geração, híbridos de celular e tablets, impressoras em 3D, televisores de ultra alta definição (uHD) e telas curvas.

O evento, que acontece até a próxima quarta-feira, é considerado um marco pela capacidade de atrair o benchmark da indústria, impulsionar tendências, promover estreias e alavancar um mercado afetado pela crise europeia e o esfriamento econômico global.

Nesta edição, a IFA reuniu 1.493 empresas de 46 países, que ocupam 145 mil metros quadrados, e cerca de seis mil jornalistas, à espera de 245 mil visitantes, 45 mil deles profissionais estrangeiros.

A IFA reúne os participantes mais inteligentes do setor em um mesmo lugar: a indústria, os comerciantes, a imprensa e o público’, valorizou na apresentação do evento Christian Göke, o executivo-chefe da Messe Berlin, gerente da feira.

A principal atração do encontro é o relógio inteligente (‘smartwatch’) Galaxy Gear, da Samsung, que se antecipou ao iWatch da rival Apple apresentando o aparelho há dois dias.

Celestino García, vice-presidente de Samsung Espanha, explicou a Agência Efe que este dispositivo ‘permite acessar mensagens, calendários e alarmes armazenados em um celular da marca, mas também coisas tão surpreendentes como atender chamadas’.

O Galaxy Gear permite receber chamadas originalmente dirigidas a um celular sincronizado, porque o relógio não tem cartão SIM, somente aproximando o relógio da orelha, como se fosse mesmo um telefone, graças a um microfone e alto-falante embutidos.

Além dele, que nem é o primeiro relógio inteligente no mercado, mas os outros passaram desapercebidos, os móveis e as televisões de última geração, com a inevitável referência de ‘inteligentes’, marcam o evento.

No terreno dos smartphones, a japonesa Sony apresenta na IFA o Xperia Z1, seu novo carro-chefe, enquanto a sul-coreana LG lança o único dispositivo com tela de oito polegadas e alta definição, e a taiwanesa Acer traz o Liquid, primeiro a gravar vídeos em uHD.

Destaca-se a quantidade e os novos recursos das smart TVs nas prateleiras da IFA, com modelos gigantes, de definição até quatro vezes maior que a de um aparelho de alta definição, com telas curvas ou que permitem a transmissão simultânea de dois canais, sempre conectadas à internet e a outros aparelhos eletrônicos.

A IFA também serve de vitrine para novidades em setores menos glamorosos, como os eletrodomésticos da linha branca. A geladeira da Siemens tem uma gaveta que conserva os alimentos a vácuo e há também robôs de limpeza, máquinas de lavar pratos ultrarrápidas e aspiradores silenciosos.

O setor, otimista, estima que as vendas de smart TVs representem 75% das vendas de 2013 em relação ao ano anterior, e feche em 74 milhões de unidades. E que no mundo todo sejam vendidas 59 milhões de TVs 3D, 104% a mais que o ano passado; 937 milhões de ‘smartphones’, 37% mais; e 215 milhões de tabletes, volume 64% maior que em 2012.

Entre os debates na IFA se destaca o reiterado ‘boom’ das smart TVs e suas crescentes possibilidades, apesar do elevado preço e da falta de conteúdos específicos.

A feira discute também outros temas transversais, como eficiência energética, a conectividade entre aparelhos eletrodomésticos no lar e as correntes que buscam criar a chamada ‘casa inteligente’.

Na edição passada, a IFA gerou um volume de negócios estimado de 3,8 bilhões de euros. EFE

Fonte: G1

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Caneta ‘imprime’ plástico em 3D e permite desenhar desde flor a Big Ben

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Já pensou em poder construir uma réplica tridimensional do seu monumento favorito usando apenas uma caneta? Pois isso já é realidade com a 3Doodler, um produto que “imprime” plástico e permite que o usuário “desenhe” praticamente qualquer objeto em três dimensões. E em tempo real.

O funcionamento da 3Doodler é muito simples e lembra o de uma pistola de cola. Basta encaixar um filete de plástico, pressionar o gatilho e pronto: a ponta da caneta irá esquentar, derretar o material e possibilitar desenhos tanto na horizontal como também na vertical.

Conforme se manuseia a caneta, o plástico vai tomando a forma que você quiser, e pode até dar vazão a grandes construções, como um mini Big Ben, o famoso relógio da cidade de Londres.

Nesta quinta-feira (5), o G1 conversou com Max Bogue, co-criador da 3Doodler, durante o evento ShowStoppers, na IFA, feira de tecnologia realizada anualmente em Berlim, na Alemanha.

O projeto da 3Doodler foi postado no site de financiamento coletivo Kickstarter em fevereiro deste ano com um pedido de US$ 30 mil para viabilizar o produto. A caneta não só foi aprovada pelo público como juntou mais de US$ 2,3 milhões em doações.

Mais de 26 mil pessoas pagaram pela 3Doodler, que agora é comercializada em pré-venda por US$ 100. Segundo Bogue, o site da WobbleWorks, empresa responsável pela caneta, vende o produto internacionalmente, e a previsãode lançamento é fevereiro de 2014. “Mas nós estamos tentando adiantar isso o máximo possível”, relata Bogue.

Fonte: G1

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Microsoft paga R$ 17 bilhões por divisão de celulares da Nokia

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Dois anos depois de atrelar seu futuro ao sistema operacional Windows Phone, a finlandesa Nokia anunciou na terça-feira (3) a venda de sua área de telefones celulares para a gigante norte-americana Microsoft, por US$ 7,183 bilhões (cerca de R$ 17,07 bilhões).

A finlandesa se concentrará agora em serviços e redes, “o melhor caminho para avançar, tanto para a empresa como para seus acionistas”, afirmou o presidente interino da Nokia, Risto Siilasmaa, em comunicado.

Como parte do acordo, Microsoft poderá usar por dez anos as patentes da Nokia – há ainda a opção de adquiri-las. A finlandesa, por sua vez, também poderá usar em seu serviço de mapa Here as patentes de sua compradora.

Para a Microsoft, a aquisição tem como objetivo “acelerar o êxito com os smartphones”, anunciou Steve Ballmer, diretor-executivo da companhia. Em meio a intensas especulações sobre a venda da Nokia nos últimos meses, já haviam sido citados outros possíveis compradores, como Huawei e Lenovo.

Em agosto de 2011, em uma transação parecida, o Google comprou a divisão da Motorola responsável pela fabricação de celulares.

Desafios 
A Nokia liderou o mercado de telefones celulares durante 14 anos, até ser superada pela Samsung em 2012. A finlandesa – adepta ao sistema operacional portátil Windows Phone – vem perdendo mercado com a popularização dos smartphones.

Em um estudo global divulgado pela consultoria Gartner recentemente, a Nokia não aparece entre os cinco maiores fabricantes de aparelhos inteligentes (a lista é composta por Samsung, Apple, LG, Lenovo e ZTE). Mas se considerados os telefones celulares de forma geral, categoria que inclui os aparelhos mais simples (feature phones), a Nokia fica em segundo lugar nas vendas, perdendo apenas para a Samsung.

A Microsoft, a maior empresa de software do planeta, também vem enfrentando dificuldades. Ela não conseguiu se adaptar ao mercado das plataformas móveis com o Windows Phone. Esse sistema operacional para portáteis respondeu por 3,3% dos smartphones vendidos no segundo trimestre, segundo o Gartner. Android tem 79% do mercado, enquanto a Apple fica com 14,9%.

Além disso, o tablet Surface não encontrou público, e a empresa decidiu recentemente diminuir seu preço, o que representou fortes custos de desvalorização. A companhia sofre ainda com a queda das vendas dos computadores pessoais, o que afeta seu sistema operacional Windows.

Presidente da Nokia pode assumir a Microsoft
O diretor-executivo da Nokia, Stephen Elop, que dirigia a área de software para empresas da Microsoft antes de ingressar na Nokia em 2010, vai agora retornar para a companhia norte-americana como presidente de suas operações de dispositivos móveis.

Ele está sendo cotado como um possível substituto ao atual diretor-executivo da Microsoft, Steve Ballmer, que vai deixar o cargo nos próximos 12 meses.  Ele está tentando transformar a companhia em uma empresa de aparelhos e serviços, como a Apple, antes de deixar o comando.

Em três anos sob o comando de Elop, a Nokia viu sua participação de mercado encolher e o preço de suas ações recuarem em meio à aposta dos investidores de que sua estratégia fracassaria. Com a venda da divisão de celulares, Elop será substituído interinamente por Risto Siilasmaa.

Em 2011, depois de escrever um memorando que afirmava que a Nokia estava ficando para trás e não tinha tecnologia para acompanhar o mercado, Elop tomou uma decisão controversa de usar o sistema operacional da Microsoft para smartphones, o Windows Phone, no lugar da própria plataforma desenvolvida pela Nokia (Symbian) ou do sistema criado pelo Google (Android), hoje líder de mercado.

Venda só será concluída em 2014 
A venda da divisão de celulares da Nokia para a Microsoft deve ser concluída no primeiro trimestre de 2014 e está sujeita à aprovação de acionistas da Nokia e autoridades reguladoras de mercado.

Cerca de 32 mil funcionários da Nokia esperam ser transferidos para a Microsoft, incluindo 4.700 que trabalham na Finlândia, destacou o grupo. “Não temos planos para transferir os postos de trabalho em outras partes do mundo, como parte da fusão”, disse Steve Ballmer.

Nokia já vendeu botas de borracha 
A venda do negócio de celulares da Nokia não é a primeira reviravolta dramática da empresa em sua história de 148 anos. A companhia já vendeu de botas de borracha a televisores.

Mas o anúncio da venda foi um duro golpe para o país natal da empresa, a Finlândia, mesmo entre os investidores menos sensíveis, que viam a venda da empresa como uma chance final para salvar valor do grupo.

“Como finlandês, não posso gostar deste negócio. Ele encerra um capítulo da história da Nokia”, disse Juha Varis, gerente de portfólio da Danske Capital. “Por outro lado, talvez tenha sido a última oportunidade de vendê-lo.”

Fonte: UOL

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Yahoo! supera Google em acessos pela 1ª vez nos EUA em 25 meses

Yahoo! superou o Google em número de visitantes nos Estados Unidos em julho deste ano pela primeira vez desde maio de 2011, mostrou o levantamento da consultoria de dados da internet comScore lançado nesta quinta-feira (22).

No sétimo mês do ano, os sites do Yahoo! foram acessados por 196,5 milhões de visitantes únicos, enquanto as páginas do Google receberam 192,2 milhões de internautas. Completam a lista Microsoft (179,6 milhões), Facebook (142,2 milhões) e AOL (117,3 milhões).

A ultrapassagem ocorreu sem que o comScore tivesse incluído na conta a audiência do Tumblr, que atingiu 38,3 milhões de visitantes únicos, o 28º site mais acessado do país.

Criado em 2007, o Tumblr funciona como uma rede de blogs e foi adquirido em junho por US$ 1,1 bilhão pelo Yahoo!. Foi a 11ª compra do Yahoo! desde que Marissa Mayer assumiu a presidência-executiva da empresa, em julho de 2012.

Durante a gestão Marissa, a empresa adquiriu mais companhias do que nos três anos anteriores à entrada dela (2011, 2010 e 2009).

A atual presidente-executiva deixou o Google em julho de 2012, em que estava à frente da área de geolocalização da empresa, responsável por serviços como Maps, Earth e Street View. Mayer era a funcionária número 20 da companhia.

Quando Mayer chegou ao Yahoo!, a empresa não adquiria uma companhia havia oito meses –a última havia sido a Interclick, empresa de estruturação de dados para publicidade on-line, por US$ 270 milhões, ainda em 2011.

Três meses após sua entrada, Mayer liderou a aquisição do Stamped, aplicação que permite aos donos de smartphones compartilharem restaurantes e músicas favoritas por meio do celular. A startup havia recebido financiamento do pop star Justin Bieber e do jornal “The New York Times”.

Além disso, o Yahoo! também fez parcerias com novas companhias do mundo da internet, como o Twitter.

Outros sites conhecidos do público brasileiro na lista dos mais acessados em julho nos EUA são os da Amazon (6º), com 110 milhões de acessos; Apple (11º), com 75 milhões; Ask (12º), com 75 milhões; LinkedIn (20º), com 52,9 milhões; Yelp (24º), com 41,8 milhões; Twitter (30º), com 36,4 milhões; Netflix (36º), com 30,9 milhões; EA Online (42º), com 26,9 milhões; e o Pinterest (49º), com 25,4 milhões.

Fonte: G1

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4 mitos sobre internet que os empreendedores ainda seguem

Cada vez mais promissor, o marketing digital pode fazer com que pequenas empresas atinjam um alcance enorme, sem gastar fortunas com publicidade. Mais democrático, os especialistas enxergam este como o meio de divulgação mais poderoso dos próximos anos. O problema é que, como quase tudo na internet, a informalização e o jeitinho reinam.

Com isso, muitos empreendedores não dão a devida importância e acabam criando ações improvisadas, sem métricas nem objetivos bem definidos. Para acabar com os mitos sobre marketing digital, os especialistas Thiago Costa, professor de comunicação e mídias sociais da Faap, e André Siqueira, diretor de marketing e sócio-fundador da Resultados Digitais, falam sobre as principais ideias equivocadas sobre o assunto que muita gente ainda tem.

1) E-mail marketing sempre compensa

Durante muito tempo, os empresários fizeram um uso indiscriminado do e-mail marketing. Enviando mensagens a muita gente, sem objetivos nem métricas de resultado. Alguns defendem que a era desta ferramenta está quase no fim e pode não valer a pena investir. “Se a gente pensar, já temos uma geração que nem lê e-mail mais. Dependendo do seu público-alvo, não faz sentido ter esse tipo de atividade”, indica Costa. Alguns empresários, no entanto, ainda estão comprando listas de e-mails e enviando mensagens sem critérios.

Para Siqueira, a estratégia com e-mail marketing pode ser boa, desde que bem pensada. “A gente vê muita gente achando que não funciona mais, que as pessoas estão nas mídias sociais. A gente sempre acreditou em mídias sociais, mas o e-mail marketing ainda é uma mídia poderosíssima, com taxas de cliques mais de 10 vezes maior que as mídias sociais”, diz Siqueira. A conclusão é que a ferramenta pode ser boa, se o seu público quiser receber as mensagens e tiver afinidade com este tipo de comunicação.

2) Sem dinheiro, não tem como ter presença online

Outro mito comum é de que as coisas só funcionam para empresas que investem muito dinheiro. É fato que o retorno pode ser proporcional ao investimento, mas é possível se destacar com estratégias bem elaboradas. “A gente ouve muito que o micro e pequeno tem dificuldade de orçamento, não tem dinheiro para fazer grandes ações, mas isso não significa que ele não vai poder fazer alguma coisa de forma profissional. Têm fornecedores no mercado que podem suprir necessidade de acordo com o recurso disponível”, explica Costa.

Vale mais a pena incluir este investimento no planejamento da empresa do que deixar a tarefa nas mãos de alguém que supostamente entende do assunto, como um parente ou colega sem capacitação. “Tem que dedicar o mínimo de tempo e dinheiro pra fazer bem, nem que sejam ações pontuais. Para e pensa, ou vai jogar dinheiro fora e gerar uma demanda que não vai conseguir atender depois”, diz o professor.

3) Na internet, tudo é de graça e rápido

Assim como é um equívoco pensar que toda estratégia de marketing digital custa caro, também não é verdade que o resultado acontece sem investimento. Mesmo investindo pouco, é preciso ainda investir tempo na produção de conteúdo relevante. “Aí se mistura um pouco o grátis com fácil, algumas empresas acham que por ter uma conta no Facebook já sabem fazer marketing digital. Existe um investimento em capacitação que é necessário. e não for bem feito, não dá resultado. Se for bem feito, não é grátis”, indica Siqueira.

4) O importante é fazer barulho online

Quando uma campanha ganha status de viral, muita gente é impactada e o retorno tende a ser bastante lucrativo para a empresa. O problema está em gerar todo este buzz sem ter capacidade de atender a demanda. “O empreendedor precisa ter consciência de que há uma possibilidade boa de gerar demanda grande e ver se ele está pronto para atendê-la”, diz Costa.

Segundo ele, não há nada pior do que dizer ao cliente que não pode solucionar sua necessidade por falta de estoque. “Isso acaba com a credibilidade”, afirma. Isso acontece também quando o empresário busca vaidade e volume ao invés de qualidade e resultado. “Não adianta ter um milhão de pessoas e só falar de besteira, cosias que não têm a ver com o negócio. É preciso construir resultados”, afirma Siqueira.

Fonte: EXAME.com

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Falha em sistema do BB e Bradesco expõe dados dos usuários

Falhas na segurança dos sistemas do Banco do Brasil (BB) e do Bradesco nos últimos dias podem ter exposto dados de milhões de usuários, segundo informações do jornal Folha de S. Paulo.

De acordo com o jornal, as falhas foram identificadas pelo analista de sistemas Carlos Eduardo Santiago, que afirmou ter informado aos bancos sobre a situação.

No caso do BB, até a última quinta-feira (22), qualquer pessoa com acesso à área de seguros pessoais poderia acessar dados dos clientes como CPF, nome, endereço, agência e número da conta apenas ao alterar um código.

Segundo o especialista, mais de um milhão de usuários podem ter tido seus dados expostos pela falha.

Pelo site do Bradesco, segundo Santiago, a falha ainda se encontra ativa. Por meio desta brecha é possível visualizar boletos bancários gerados pela instituição com os dados dos clientes, por meio de uma simples consulta no Google.

Além das falhas nos bancos, o jornal também cita brechas similares no site do serviço de pagamento Moip e na página da Boa Vista Serviços, responsável por administrar os cadastros do SCPC (Serviço Central de Proteção ao Crédito). Neste último serviço, podem-se consultar as dívidas relacionadas a qualquer CPF.

Segundo o jornal, o BB afirmou que a falha já foi corrigida e não há nenhum registro de risco para seus clientes. Já o Bradesco disse que não se trata de uma falha, uma vez que não é possível alterar dados dos boletos.

O Moip afirmou que já solicitou ao Google a não indexação de seus dados nas páginas de busca. E a Boa Vista disse reconhecer que a consulta de CPFs era possível, mas alegou que a função já foi desativada.

Fonte: INFO Online

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Google Play ultrapassa App Store em downloads de aplicativos

A Google Play ultrapassou pela primeira vez a iTunes App Store no volume de download de aplicativos no primeiro semestre deste ano, como revelam dados da App Annie. Mesmo superando a App Store em 10% no número de downloads, a loja do iOS permanece na liderança do lucro obtido com a venda de aplicações para dispositivos móveis.

Um dos principais fatores que ajudaram a Google Play a superar a App Store foi o aumento significativo no download de aplicações em países como Japão e Coreia do Sul no primeiro trimestre de 2013, enquanto no segundo trimestre o aumento foi sentido na Rússia e na Índia. Os cinco mercados de maior comercialização de aplicativos para Android são Europa, Índia, Coreia do Sul, Brasil e Rússia, e os mercados que mais consomem na App Store são Estados Unidos, China, Japão, Reino Unido e Rússia.

Na geração de receita, a loja da Apple continua na liderança com 130% de rendimentos a mais do que a loja do Google. No entanto, de acordo com a Forbes, a liderança da App Store também tem diminuído, já que menos de dois anos atrás a receita da loja apresentava uma frente de mais de 400%.

A categoria mais buscada nas duas lojas é a de jogos, com o download de games na Google Play correspondendo a dois terços do total de aplicativos baixados – já na App Store esse número representa 40%. Depois dos jogos, na loja do Google os aplicativos mais baixados são os de mensagens instantâneas, produtividade, entretenimento, redes sociais e de viagens. Já na App Store, os usuários buscam depois dos jogos por aplicativos de entretenimento, foto e vídeo, produtividade e estilo de vida.

Matéria completa: http://canaltech.com.br/noticia/apps/Google-Play-ultrapassa-App-Store-no-volume-de-downloads-de-aplicativos/#ixzz2d5xiu900

Fonte: Canal Tech

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Marketing digital em 2013 deve ser social, móvel e personalizado

Nos últimos anos, foi possível perceber que o marketing digital evoluiu a um ritmo bastante acelerado. Com a movimentação das empresas para a internet – e aí falamos tanto de grande quanto de pequenas-, que passaram a prestar mais atenção no comportamento dos consumidores online, o marketing digital deixou de ser apenas uma ferramenta complementar de comunicação e passou a ser o foco de diversas ações.

Como o custo de investimento do marketing digital é mais acessível, o resultado e o retorno são mensuráveis. Dados de uma pesquisa realizada pelo TNS Research International apontam que 90% das empresas no país já realizaram algum tipo de ação na internet. Isso aponta que a incorporação da internet à comunicação é um caminho sem volta.

Contudo, esse conceito está em constante transformação, considerando o marketing digital como um conjunto de formas de se comunicar com o público alvo utilizando canais digitais. De acordo com uma pesquisa realizada pela Adobe e Econsultancy, os principais objetivos do marketing digital para 2013 são: criar conteúdo criativo e consistente em múltiplas plataformas, integrar informações online e offline, além de medir com mais precisão e otimizar adequadamente seu conteúdo. Em outras palavras, ele deve ser mensurável, personalizado e acima de tudo, rentável.

A tendência da personalização de conteúdo é uma das mais marcantes desse ano e para a maioria é uma forma de estreitar o relacionamento com o consumidor. Atualmente o consumidor digital é exigente e espera uma comunicação direcionada às suas necessidades. Para esse fim, 21% das empresas de e-commerce relataram recorrer ao histórico de compras do usuário para segmentar os perfis de acesso. Dados comportamentais, como buscas e páginas visitadas nos sites são utilizados por 20% das empresas enquanto 6% utilizam informações sociais para direcionar produtos e comunicação, mostram números da pesquisa da Adobe e Econsultancy.

Além de acompanhar o comportamento dos consumidores no ambiente online, o marketing digital também se movimenta de acordo com as evoluções tecnológicas. Assim como o marketing tradicional incorporou a internet, que já contabiliza mais de 2 bilhões de pessoas conectadas no mundo, ele também assimilou a tendência da internet móvel. Com essa grande oferta de mobilidade (tablets e smartphones) as marcas já estão pensando em como se adequar a esse novo formato, oferecendo uma melhor navegação e acesso aos consumidores. Programar sites responsivos que se adaptam ao display de cada dispositivo é uma forma de se diferenciar nesse universo ainda pouco explorado.

No e-commerce especificamente, a mobilidade é uma grande oportunidade que ainda está em amadurecimento. Em uma pesquisa feita pelo MercadoLivre em 2013, as transações de compra e venda da plataforma por meio de dispositivos mobile chegaram a 10%, com a possibilidade de comprar e pagar apenas usando o celular.

Por fim, para ajudar na conversão de cliques e exposição e visibilidade da marca, as redes sociais são grandes aliadas, pois é onde as pessoas compartilham e discutem sobre conteúdos. E esses conteúdos podem ser a porta de entrada para o seu site. Dessa forma, as tendências para o marketing 2013 se resumem em um novo conceito chamado SoLoMo (social, local, móvel).

Com todas essas possibilidades de atingir o consumidor, cada vez mais é preciso saber como mensurar e analisar os resultados de forma efetiva e conhecer qual o desempenho que se obteve com as ações realizadas. Os departamentos de marketing devem aproveitar essas tendências para conseguir dar ainda mais visibilidade para seus assessorados, afinal de contas a publicidade também faz parte da alma do negócio.

Artigo encaminhado por Helisson Lemos, Diretor Geral do MercadoLivre.

Fonte: Adnews

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Brasil será o quarto mercado de smartphones em 2017, diz executivo

A empresa Qualcomm acredita que o Brasil, em 2017, será o quarto maior mercado de smartphones. A afirmação é do executivo Rafael Steinhauser, presidente da Qualcomm Latin America.

A empresa considera o País um mercado estratégico e por isso está apoiando e incentivando os fabricantes locais como a CCE, Gradiente, Positivo, Philco e Semp-Toshiba a desenvolverem e colocar produtos cada vez melhores e mais acessíveis.

Fonte: Terra

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