Anatel irá multar operadoras por não atingirem meta de velocidade em 3G

O presidente da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), João Rezende, disse hoje (17) que as operadoras de telefonia móvel deverão ser multadas por não terem atingido as metas estabelecidas pela agência para o serviço de conexão à rede de dados. “Vamos abrir um processo e elas poderão apresentar suas alegações”, disse.

Uma avaliação divulgada hoje pela Anatel mostrou que a taxa de acesso à rede de dados das quatro empresas analisadas (Vivo, Claro, TIM e Oi) ficou em 95%, enquanto a meta da agência é 98%. “Está abaixo da meta, mas não dá para dizer que o serviço está em declínio, tem uma estabilidade nos últimos meses”, disse Rezende.

O Sindicato Nacional das Empresas de Telefonia e de Serviço Móvel Celular e Pessoal (SindiTelebrasil) informou que as empresas estão empenhadas em aprimorar a qualidade dos serviços e apresentaram desempenho melhor que a meta definida para indicadores de acesso à rede de voz, de qualidade da ligação de telefônica e de estabilidade da conexão à internet. A entidade também informou que a Anatel registrou diminuição no número de reclamações sobre falhas de rede no call center da agência.

“O SindiTelebrasil alerta para a necessidade de se estabelecer alavancas para estimular a expansão dos serviços, com qualidade e cobertura adequada de sinais e retirar os entraves à instalação de antenas previstos em diversas leis municipais”, diz a nota da entidade.

*Com informações da Agência Brasil

Fonte: IDG Now

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YouTube registra upload de 100 horas de vídeo por minuto

O Youtube, canal de vídeos mais popular da internet comemora 8 anos. E para marcar a data, o Google, proprietário do canal divulgou que a cada minuto 100 horas de vídeos são enviados para o Youtube. Os usuários seguem, de forma frenética, cadastrando e publicando vídeos dos mais variados, para quem sabe, tornar-se um viral, ao estilo do Gangnam Style, do coreano Psy que ultrapassou a marca de 1 bilhão de acessos.

O YouTube foi fundado em fevereiro de 2005, lançado em maio de 2005 e foi adquirido pela Google em outubro de 2006 por US$ 1,65 bilhões. Atualmente, a audiência chega perto de 1 bilhão de pessoas utilizando o canal. O Google acredita que o canal possa atingir, em fução do serviço disponível nos smartphones e tablets a 6 ou 7 bilhões, segundo o site Mashable.

Fonte: Terra

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Como o marketing digital pode ajudar seu negócio

São Paulo – Muitas pequenas empresas e startups alcançam um novo patamar quando prestam mais atenção no comportamento dos consumidores online. Com custos mais acessíveis, o marketing digital se tornou um aliado para aumentar as vendas desses negócios.

Se o empreendedor se dedicar, consegue começar este trabalho de divulgação sozinho, criando perfis em redes sociais que combinem com seu público e criando um site amigável para o usuário.

Há, no entanto, mais possibilidades para fazer o negócio aparecer online que exigem esforços e, muitas vezes, um funcionário dedicado a isso. Em épocas de rede social, o cliente quer o retorno cada vez mais rápido e eficiente, a qualquer hora do dia.

1- Produza conteúdo

Uma boa ferramenta para atrair clientes é produzir conteúdo, livre de propagandas do seu produto, e virar referência na sua área de atuação. “O que mais funciona, até porque pouca gente faz, é conteúdo educativo sobre o tema do seu negócio. O resultado em tração de potenciais clientes e até na conversão é muito grande”, explica Eric Santos, CEO da Resultados Digitais, empresa focada em marketing digital para pequenas empresas.

2 -Use bem as redes sociais

Quem já atua nas redes sociais sabe como este canal é relevante para pequenas empresas. Não basta ter um perfil, é preciso usá-lo com estratégia. Para Tiago Luz, co-fundador da infracommerce, o trabalho vai além de ter muitos fãs ou seguidores, é preciso criar engajamento. “Se você erra, admita que errou. Quando você trata bem o cliente, a coisa funciona”, diz Luz.

3 – Pense no curto e no longo prazo

A criação de conteúdo em um blog da empresa costuma dar retorno no longo prazo, quando o negócio ganha fama por ser especializado em sua área. “Ser referência não acontece do dia para noite. Por outro lado, tem uma série de coisas que dão resultado no curto prazo. Uma delas é a compra de mídia, como investir em Google Adwords ou no Facebook. Isso permite ganhar fôlego para trabalhar as estratégias de longo prazo de forma correta”, ensina o CEO da Resultados Digitais.

4 – Observe o mobile

Com smartphones mais baratos, os consumidores querem encontrar empresas e até comprar sem precisar usar um computador. É preciso se adaptar, criar apps, ter um site amigável às telas dos celulares e até pensar em ações específicas para este meio.

“O site tem que ser responsivo, aparecer no celular, no tablet e no monitor do computador. Não vale mais a pena gastar dinheiro fazendo um site que não seja assim . Leva mais tempo, mas se vai adaptar depois custa muito mais”, explica Luz.

5 – Não copie as grandes

Outro ponto importante na hora de pensar sua estratégia online é não copiar o que grandes empresas estão fazendo. “O contexto de PME é totalmente diferente”, indica Santos. A dica é observar como outras pequenas e médias empresas atuam nas redes. “A realidade é diferente. A grande empresa tem orçamento maior e métricas diferentes. Para pequenas, as métricas devem ser mais próximas de resultado de negócio do que de criar um buzz”, diz Santos.

6 – Invista em atendimento

Se você faz vendas online, divulgue claramente como o cliente consegue entrar em contato com a empresa, seja para reclamações ou dúvidas. Isso ajuda a criar credibilidade e aumentar as vendas. “Tem que ter a informação do horário de atendimento e ir além das 17 horas. Muita gente compra fora do horário comercial e tem dúvidas”, diz Luz.

7 – Cuide da infraestrutura

Um site bonito e funcional só vale a pena se a hospedagem suportar os acessos do público. Uma dica é se precaver durante épocas de grande fluxo de compras e promoções. Online, a concorrência fica ainda mais acessível ao cliente.

Preste atenção na velocidade e no compartilhamento de servidores. “A geração nova não tem paciência para esperar carregar. Se demora mais do que sete segundos, não aparece bem no Google”, indica Luz. Na hora de contratar o servidor, verifique se ele vai ser compartilhado com outros sites muito grandes. “Se está com alguém muito grande, o seu vai ficar mais lento”, afirma.

8 – Conheça seu público

Na hora de criar materiais de divulgação, saiba identificar quais são as preferências do público. Se a ideia é fazer uma divulgação mais personalizada, conheça o histórico de compra do cliente. Luz explica que se o consumidor já comprou uma TV, você deve oferecer um home theater nas próximas ações e não a mesma TV mais barata. “O cliente mais importante é o que cliente que você já tem”, opina.

Fonte: EXAME.com

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Internet não chega a todos os lares paulistanos

São Paulo – Em praticamente todas as faixas de renda, o paulistano já tem em casa os principais bens de consumo. Do total de domicílios da cidade, 98,7% possuem geladeira, 98,6% têm televisão e 80,5%, máquina de lavar. Há, porém, uma exceção: a internet. Apenas 54,2% das residências têm conexão. Isso é mais que a média brasileira, mas a desigualdade entre os bairros é grande – distritos ricos chegam a ter porcentual três vezes maior que os de menor renda.

Os números fazem parte de estudo do Ibope com base no Censo 2010. Fruto de uma parceria entre o instituto e o Estadão Dados, o levantamento foi feito com métodos estatísticos e de georreferenciamento para associar respostas relativas a maiores de 16 anos do questionário estendido do Censo 2010 aos 96 distritos paulistanos. Ele faz parte da série 96xSP, que traz reportagens sobre a cidade e temas como migração, deslocamento e religião na capital.

Segundo os dados, o acesso à internet é a última fronteira da universalização dos bens de consumo em São Paulo. Em distritos de maior renda, o porcentual de residências com acesso à internet chega a 87,9% – esse é o caso de Moema, seguido de perto pelo Jardim Paulista, Alto de Pinheiros e Itaim-Bibi. Do outro lado do ranking, estão os dois distritos mais ao sul da cidade, com considerável população vivendo em área rural: Marsilac (15%) e Parelheiros (26,8%). Entre os distritos tipicamente urbanos, o pior colocado é o Jardim Ângela: 32%.

O webdesigner Renan Castro dos Santos, de 18 anos, está dentro desse seleto grupo. Morador do distrito do Jardim Ângela desde que nasceu, Renan tem internet em casa desde os 8 anos e diz que aprendeu a trabalhar fazendo sites por conta própria. “Sou exceção no bairro. Aqui, realmente pouca gente tem internet em casa. É por isso que você vê sempre as lan houses tão lotadas.” Segundo ele, a explicação para o baixo número de conexões não é totalmente financeira.

“A empresa que tem plano popular de R$ 29,90 por mês não atende aqui no bairro. Aí temos que contratar um serviço mais caro. O que eu tenho em casa custa R$ 70. Trabalho com isso, então pago, mas muita gente acha que vale mais a pena usar a lan house para mexer no Facebook.” Renan lamenta essa pouca adesão e acredita que, se o acesso à internet fosse mais universal, as pessoas poderiam se manter mais bem informadas. “Seria uma maneira de elas terem uma postura política mais ativa”, afirmou.

A psicóloga Maria Regina dos Reis Gomes de Castro, de 61 anos, moradora de Moema, vive em um mundo distinto. Ela tem internet em casa há mais de 15 anos, mas quem usava mesmo eram o marido e os filhos. Ao longo dos tempo, ela foi percebendo que a rede poderia ser útil para marcar consultas e conversar com pacientes.

Não adepta do Facebook – “nunca vou ser, pela questão da privacidade” -, ela usa a internet para pesquisar artigos, ler notícias e conversar com amigos de um grupo de música. Por isso, acha que ter acesso em casa hoje é essencial. “Tenho também conexão pelo celular, mas uso mesmo é em casa. Não dá para ficar sem.” As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Fonte: INFO Online

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Yahoo! adquire Tumblr por 1,1 bilhão

A rede social com cara de blog Tumblr, fundada em 2007, foi adquirida pelo Yahoo!. A operação deverá ser confirmada nesta segunda-feira (20). O Tumblr conta com aproximadamente 100 milhões de usuários, mas gera pouca receita. O negócio, de acordo com fontes, será fechado apenas em dinheiro.

Segundo análise do The Wall Street Journal, empresas do porte do Yahoo! têm um outro tipo de valor em mente: conquistar a atenção de comunidades que crescem rapidamente em número de usuários. Isso indica que as companhias não estão mais tão interessadas em receita direta quanto em ter em seu poder outros tipos de ativos – incluindo dados de usuários.

A receita do Tumblr em 2012 foi de apenas US$ 13 milhões – uma ninharia se comparado a outras startups. David Karp, CEO do Tumblr, já havia declarado que era “enfaticamente contrário à inserção de anúncios publicitários”. Segundo o WSJ:

“A aquisição seria uma aposta alta para a Yahoo!, dada a performance financeira do Tumblr. Mas a Yahoo! precisa do crescimento. As receitas anuais há anos estão estagnadas em torno de US$ 5 bilhões, e a grande presença da companhia em computadores pessoais não migrou bem para os dispositivos móveis, onde ela não tem a vantagem da Apple e seu cobiçado hardware ou do onipresente sistema operacional Android, do Google”.

A compra do Tumblr coloca o Yahoo! no mesmo grupo de grandes companhias de internet estabelecidas, ao lado do Google e do Facebook – ambas gastaram mais de US$ 1 bilhão nos últimos anos para adquirir startups, como o Snapseed e o Instagram. A compra mais conhecida – e profícua – da Google foi o Youtube, sete anos atrás, por US$ 1,65 bilhões.

A aquisição do Tumblr, serviço que tem um crescimento rápido, poderia ser útil para dar uma dimensão mais social aos demais serviços do Yahoo!, que também tem o popular Flickr entre suas cartas.

David Karp permanecerá com boa parte das ações. Tudo indica que a empresa será mantida como um serviço independente, ao menos por enquanto. Sua aposta em focar mais na base de usuários do que na lucratividade, aparentemente, rendeu o resultado esperado: ser comprado por uma grande companhia.

Fonte: Administradores

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O que muda no e-commerce a partir de hoje, com a regulamentação do CDC

No dia 15 de março deste ano, foi publicado o Decreto Federal 7962/2013, que regulamentou o Código de Defesa do Consumidor (CDC) no tocante às relações eletrônicas de consumo. Tal publicação integrou pacote de benefícios divulgados na data tão propícia de comemoração do dia do consumidor, renovando a proposta de reforço da responsabilidade das partes nas relações eletrônicas de consumo.

O mérito da medida é reconhecido, havendo destaque para a aplicação de conceitos relevantes do CDC que, pelo visto, precisavam ser reafirmados no mercando online, tais como direito à informação, eficácia no atendimento ao cliente e respeito ao direito de arrependimento imotivado, exclusivo para as compras realizadas fora dos estabelecimentos.

Verdade é que se o decreto pudesse ser resumido em uma só expressão, certamente seria eficácia das comunicações. Parece que esta é a sua ideia central, imprescindível de efetivação no atual cenário de crescimento do comércio eletrônico em ritmo tão impressionante quanto ao do salto avassalador do número de reclamações de e-consumidores dirigidas aos órgãos de proteção.

Convergente à determinação de evolução da informação veiculada nos meios virtuais, estabeleceu o decreto novidade que representa o atendimento de antigo pleito, anteriormente previsto em projetos de lei que pretendiam tratar da matéria: a obrigatoriedade de identificação plena da figura do fornecedor. Pelas novas regras, os sites de compras e divulgação de ofertas deverão disponibilizar, com destaque, o nome empresarial, CNPJ ou CPF, endereço físico e demais informações necessárias para sua localização e contato.

Esta providência de segurança tão singela, obviamente útil quando se fala em empresas de boa-fé, implica em facilitar o acesso entre as partes. E poderá, inclusive, servir de subsídio ao consumidor diligente para conferência da idoneidade dos ofertantes. Também reitera a responsabilidade do empreendedor profissional no mercado online, que precisa seguir regras de formalização, tributação, manutenção de canal de atendimento, tanto como o comerciante que atua no mercado físico tradicional.

Com a possibilidade de identificação do fornecedor, ademais, incentiva-se a concorrência saudável de mercado, muitas vezes maculada por aventureiros virtuais que, a despeito das responsabilidades exigidas pela lei do empresário brasileiro, utilizada suposto anonimato na Web para empreender sem qualquer ônus.

Também de acordo com o decreto, nas compras coletivas deverão ser destacados certos detalhes importantes, como a quantidade mínima de compradores, prazo para utilização da oferta, dados do ofertante e do responsável pelo site de compras coletivas. Prosseguindo no incentivo à clareza, determinou-se, por complementar, a apresentação de forma facilitada ao consumidor, em geral, de sumário com os principais direitos e obrigações resultantes da contratação, antes de sua finalização. O contrato completo, por sua vez, deverá ser disponibilizado de forma que o consumidor consiga conservá-lo ou reproduzi-lo após a venda. O fornecedor deverá, ainda, manter canal adequado e eficaz de atendimento eletrônico ao consumidor.

E, como não poderia deixar de ser, prevê o decreto que os meios adequados para o exercício ao direito de arrependimento, previsto no art. 49 do CDC, precisam ser apresentados de forma ostensiva ao comprador.

Embora o decreto não trate diretamente do assunto, a criação de canais facilitados de comunicação para o consumidor, até pelas orientações gerais consolidadas do CDC, também poderia ser orientação estendida às Redes Sociais, dada a maciça inserção dos brasileiros nestas mídias. Ademais, mesmo a temática da guarda de logs, tão discutida nos debates do Marco Civil Regulatório, deveria ser considerada medida apropriada quando se fala em proteção do consumidor.

É de se citar, por fim, que empresas que buscam a adequação em termos de segurança da informação pelas normas da ABNT (27001 e 27002, por exemplo), precisam estar em conformidade com a legislação em vigor e, portanto, devem cumprir meticulosamente as determinações do decreto comentado.

Como se nota, todas as informações que precisam ser divulgadas pelo fornecedor por exigência do decreto podem ter outro efeito: ao objetivar a autonomia do consumidor e sua ciência plena sobre a figura do fornecedor e produtos ofertados, a legislação salienta a responsabilidade que o consumidor deve ter em suas escolhas e decisões de consumo.

Ressalte-se, finalmente, que as determinações do decreto oriundas do CDC e que exigem maior transparência nas relações online de consumo estão em perfeita consonância com a jurisprudência pátria já aplicada, que sempre tutelou o consumidor nos casos de desvirtuamento ou inexatidão das informações prestadas. Agora, de forma ainda mais expressa, os tribunais terão subsídios para a responsabilização do fornecedor que não entrar na linha.

Desde a data da publicação, os fornecedores tiverem o prazo de sessenta dias para adequação às novas regras do decreto, que começam a valer efetivamente no próximo dia 14 de maio.

Pois bem, muito embora a legislação se aplique a todos, às vezes a própria lei precisa relembrar sua aplicação em certos ambientes, principalmente nos desbravados a menos tempo, para enfatizar sua efetividade e os papeis de cada parte. Assim, mesmo parecendo ser este o caso do decreto 7962/2013, suas considerações são absolutamente oportunas e servirão como alicerce positivo para o amadurecimento das relações eletrônicas no Brasil.

Por Renato Opice Blum: Advogado, economista, professor e presidente do Conselho de TI da Fecomercio.

Fonte: IDG Now

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Samsung anuncia tecnologia 5G “centenas de vezes mais rápida” que 4G

A Samsung anunciou nesta segunda-feira que testou com sucesso uma nova tecnologia wireless 5G que permitiria a usuários fazer o download de um filme inteiro em apenas um segundo. A empresa sul-coreana afirmou que o teste verificou a transmissão de mais de 1 gigabyte por segundo entre dois terminais separados por dois quilômetros de distância, de acordo com informações da agência AFP.

O sistema atual de telefonia móvel (4G) permite transmitir 75 megabytes por segundo. A nova tecnologia, que não estará disponível ao mercado pelo menos até 2020, ofereceria aos usuários uma velocidade de transmissão “de até centenas de vezes mais rápida” que a rede 4G existente atualmente, disse a companhia em comunicado.

Isso irá permitir que seja possível transmitir grande quantidade de dados, incluindo filmes em HD, praticamente sem limitação, acrescenta a nota, que diz ainda que os assinantes poderiam desfrutar de uma vasta gama de serviços, como “filmes 3D, jogos, leitura direta (streaming) com conteúdo em alta definição (UHD)”, entre outros.

A Samsung afirmou que descobriu uma maneira de aproveitar as bandas de ondas milimétricas que até então tinham se provado uma barreira para a indústria de tecnologia móvel. A nova tecnologia utiliza frequências extremamente altas (EHF), mas ainda não responde a nenhuma das normas técnicas reconhecidas pelos organismos internacionais. Um dos países mais conectados do mundo, a Coreia do Sul tem cerca de 20 milhões de usuários do 4G.

Fonte: Terra

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Bill Gates elogia Steve Jobs em entrevista

Em entrevista concedida ontem para o programa 60 Minutes, da emissora americana CBS, Bill Gates afirmou que “gostaria de ter a noção de design de Steve Jobs”. Durante a conversa com o apresentador Charlie Rose, o fundador da Microsoft também falou sobre o último encontro com Jobs, dias antes da morte do executivo.

Deixando a rivalidade entre as duas empresas de lado, Gates fez uma série de elogios ao fundador da Apple. Ele declarou que Jobs tinha um grande conhecimento de marcas, com uma habilidade intuitiva para realizar grandes ações de marketing para sua companhia.

Quando perguntado se ele gostaria de ter alguma característica de Jobs, o empresário respondeu que desejaria ter a noção de design do ex-presidente da Apple, que buscava encaixar todos os elementos de seus produtos em um determinado padrão estético.

“Com os seus conhecimentos de engenharia, ele mostrou que o design pode levar você para a direção correta, possibilitando a criação de produtos fenomenais”, disse. Gates também admitiu que a Apple conseguiu elaborar tablets mais bem resolvidos que os da Microsoft.

Durante a entrevista, ele também comentou a respeito dos atritos entre as duas gigantes de tecnologia. Apesar de serem considerados rivais, Gates preferiu abordar a relação com Jobs sob outro ponto de vista. “De certa maneira, nós crescemos juntos e conseguimos realizar cada fantasia que tínhamos de criar produtos e aprender coisas novas”, afirmou.

Em um tom emocionado, o fundador da Microsoft contou sobre o último encontro com Jobs, quando a doença do empresário já estava em estágio avançado. Gates disse que os dois conversaram sobre aquilo que tinham aprendido, além de falarem a respeito de suas famílias. Um encontro digno de duas personalidades que já fazem parte da história mundial.

Fonte: INFO Online

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Twitter vê grandes negócios com Copa e Olimpíadas do Brasil

Enquanto o Brasil corre para terminar a tempo os estádios da Copa do Mundo de 2014, o Twitter está trabalhando para gerar receita com que o que o chefe de receitas da empresa, Adam Bain, descreveu como enorme oportunidade de negócio.

Um grande gasto em consumo, uma penetração ainda baixa da Internet e a rápida adoção de smartphones fizeram do país um mercado atraente para o Twitter e outros gigantes da indústria.

Com a rápida aproximação da Copa do Mundo, e os Jogos Olímpicos Rio de 2016 logo à frente, o Brasil é o tipo de oportunidade que uma empresa sob pressão para monetizar os seus 200 milhões de clientes não quer perder.

- Você pensa sobre os próximos 10 anos no Brasil, e vai ser realmente impressionante a partir da perspectiva dos negócios – disse o presidente global de receita do Twitter, em entrevista em São Paulo.

- O Brasil é a maior oportunidade que vemos na América Latina e, francamente, em todos os mercados – disse o executivo – É por isso que vamos continuar a investir fortemente aqui.

A Copa e as Olimpíadas são vistas pelo Brasil como oportunidades para mostrar seu novo status como potência econômica emergente. Mas a apenas um ano do apito inicial, o país tem dificuldades em completar os seus novos estádios e construir obras de infraestrutura fundamentais, tais como redes de telefonia móvel 4G.

Para o Twitter, esses eventos também são cruciais. A companhia de São Francisco bateu recordes de tráfego durante os Jogos Olímpicos de Londres, em 2012, e lançou um novo modelo de integração com executivos de televisão que Bain considera uma parte importante da estratégia de negócios.

A empresa de microblog ganha dinheiro vendendo seus “tweets promocionais”, ou propagandas em forma de mensagens que os usuários recebem entre os seus tweets. A empresa deve gerar cerca de 600 milhões de dólares em receitas este ano, segundo a empresa de pesquisa eMarketer.

Bain, o homem encarregado de transformar a enorme base de usuários do Twitter em dinheiro, veio ao Brasil para conversar com empresários que estão começando a desenhar suas estratégias para a Copa do Mundo e as Olimpíadas.

- Muitos dos acordos mais estratégicos que temos assinado com anunciantes, que são globais e para vários anos, incluem o trabalho que eles querem fazer aqui no Brasil durante a Copa do Mundo e as Olimpíadas – disse ele.

O desafio não é tanto explicar para os anunciantes porque devem incorporar a plataforma de microblogging em suas estratégias de marketing, mas mostrar-lhes como.

Fonte: O Globo Online

Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/tecnologia/twitter-ve-grandes-negocios-com-copa-olimpiadas-do-brasil-8354790#ixzz2SvKMAhdo

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Facebook deve ter anúncios em vídeo a partir de julho

Com o objetivo de tomar parte da receita publicitária da televisão, o Facebook deve lançar a partir de julho uma nova forma de anúncio. A rede de Mark Zuckerberg pretende colocar vídeos nas timelines dos usuários. A novidade seria disponibilizada, primeiramente, às marcas que fazem parte do conselho da rede, como Unilever e Coca-Cola. A notícia foi publicada esta semana no Financial Times.

Os anúncios não teriam mais que 15 segundos e seriam reproduzidos automaticamente. Ouvir o áudio do anúncio em vídeo seria opcional. O Youtube possui formato parecido oferecido, principalmente, em seus Homepage Ads.

Se confirmada, a ação do Facebook justifica uma mudança de visual ocorrida em março, quando a rede social deu mais destaque aos vídeos news feed dos usuários.

Ouvido pela reportagem do FT, Brian Wieser, analista da Pivotal Research, diz que o formato será o tipo mais intrusivo da rede social de Mark Zuckerberg e se confirmada a reprodução automática, poderá irritar alguns usuários.

Segundo fontes do jornal, o Facebook deve, inicialmente, exibir apenas um vídeo por dia para os usuários.

O Facebook foi procurado pela publicação e não comentou o assunto.

E você, o que acha? Deixe sua opinião nos comentários.

Fonte: Adnews com informações do Financial Times

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